Ganhei meu primeiro livro na pré-escola da professora Alice, “A alegre vovó Guida que é um bocado distraída” de Tatiana Belinky, confesso que a autora pesquisei na internet, pois não me lembrava. Foi a primeira leitura que realizei, porém com a cobrança que deveria ser apresentada para a professora em uma aula. A leitura em parte da minha vida foi feita de certa forma, por obrigação, sempre tendo uma finalidade, atendendo ao pedido de um professor, porque era necessário para o estudo de uma avaliação, para o desenvolvimento de um trabalho, por estar na lista dos livros indicados para o estudo do vestibular ou ainda importante para a formação de minha escolha profissional. Ao concluir minha formação na universidade, me dei conta que poderia escolher os temas e os estilos literários, sem que eles me fossem determinados e/ou deveriam ter uma finalidade, apenas ler por prazer, obter novos conhecimentos e explorar ouras culturas. Talvez tenha me dado conta um pouco tarde que a leitura poderia ser uma distração, um hobby e não necessariamente uma obrigação. Mas também tenho consciência que todas as leituras “impostas”, que hoje as chamo de necessárias, foram de suma importância em minha vida. E através da leitura me aperfeiçôo cada dia mais na escrita, me expresso oralmente muito bem, mas na escrita ainda tenho dificuldades.
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