MARLON ALVES GARCIA
A leitura sempre fez parte da minha vida. Não vim de uma família de adoradores da leitura, de leitores contumazes de livros, de romances, de contos etc., mas desde cedo tive a figura de meu pai com um jornal aberto sobre a mesa do café da manhã, lendo as notícias para minha mãe, para mim e para meus irmãos, comentando fatos bons, ruins, engraçados, vasculhando nas páginas dos diferentes jornais que trazia quando voltava da padaria, algo que considerasse importante para que todos soubessem. Meu pai dizia que tinha que sair de casa para o trabalho bem informado, pois a boa informação é uma das coisas mais preciosas que um homem pode possuir.
A leitura sempre fez parte da minha vida. Não vim de uma família de adoradores da leitura, de leitores contumazes de livros, de romances, de contos etc., mas desde cedo tive a figura de meu pai com um jornal aberto sobre a mesa do café da manhã, lendo as notícias para minha mãe, para mim e para meus irmãos, comentando fatos bons, ruins, engraçados, vasculhando nas páginas dos diferentes jornais que trazia quando voltava da padaria, algo que considerasse importante para que todos soubessem. Meu pai dizia que tinha que sair de casa para o trabalho bem informado, pois a boa informação é uma das coisas mais preciosas que um homem pode possuir.
Essa lembrança me marcou, e quando foi possível procurei fazer isso com
meus filhos, lendo as notícias para eles, mas, infelizmente, os horários não
batiam e pouco conseguíamos sentar à mesa juntos para tomar café, por isso não
se manteve a tradição.
Mas o conceito de que a informação – a boa informação – é um dos maiores
bens que um homem pode possuir, isso sim consegui passar para meus filhos, e
eles sabem que a leitura e a busca de informações, seja no jornal impresso, nas
revistas e, agora, na internet, é algo essencial para seus cotidianos, para que
se destaquem em suas atividades, para que estejam um passo à frente em relação
àquilo que ocorre por aí, formando e formulando suas opiniões a partir de boas
informações, por fim, aumentando cada vez mais o conhecimento.
MIRNA APARECIDA HERNANDES CORCIOLI
Minha primeira lembrança com a leitura eram os livros didáticos velhos comprados num bazar para brincar de escolinha. Sim, quando criança sonhava em ser professora. Minha família sempre incentivou o estudo e a busca por um objetivo na vida, uma profissão. Mas confesso que a leitura não era meu forte. Na adolescência, ao florescer da rebeldia, um livro imposto: A droga da obediência me inspirou a ler mais. Contudo, meu forte sempre foi escrever. Gostava de colocar meus sentimentos, angustias desejos no papel e ficava feliz porque percebi que eram bons. Comecei a buscar os poemas da biblioteca e me encantei com Cecília Meireles, Manuel Bandeira e Carlos Drummond de Andrade. A paixão seguiu e no final do ensino médio sabia que escrever, fosse como fosse, era meu desejo. Então pensei em ser jornalista. Entretanto, uma velha ideia, antes tão praticada e esquecida, veio à tona: ser professora de Literatura e Redação. Sabia que a missão era árdua e difícil, tentei fugir. Não deu. Estou aqui. Busco em minhas aulas transmitir a mesma paixão pelos livros e pela escrita que adquiri ao longo da vida. Hoje como mãe de um lindo menino de quatros anos, vejo a importância de despertar cedo o gosto pela leitura e me encanta sua curiosidade ao descobrir um livro novo que ele finge saber ler e conta para a mamãe.
Minha primeira lembrança com a leitura eram os livros didáticos velhos comprados num bazar para brincar de escolinha. Sim, quando criança sonhava em ser professora. Minha família sempre incentivou o estudo e a busca por um objetivo na vida, uma profissão. Mas confesso que a leitura não era meu forte. Na adolescência, ao florescer da rebeldia, um livro imposto: A droga da obediência me inspirou a ler mais. Contudo, meu forte sempre foi escrever. Gostava de colocar meus sentimentos, angustias desejos no papel e ficava feliz porque percebi que eram bons. Comecei a buscar os poemas da biblioteca e me encantei com Cecília Meireles, Manuel Bandeira e Carlos Drummond de Andrade. A paixão seguiu e no final do ensino médio sabia que escrever, fosse como fosse, era meu desejo. Então pensei em ser jornalista. Entretanto, uma velha ideia, antes tão praticada e esquecida, veio à tona: ser professora de Literatura e Redação. Sabia que a missão era árdua e difícil, tentei fugir. Não deu. Estou aqui. Busco em minhas aulas transmitir a mesma paixão pelos livros e pela escrita que adquiri ao longo da vida. Hoje como mãe de um lindo menino de quatros anos, vejo a importância de despertar cedo o gosto pela leitura e me encanta sua curiosidade ao descobrir um livro novo que ele finge saber ler e conta para a mamãe.
Boa Noite , amigos !
ResponderExcluirMinha primeira experiência com a leitura foi por meio da Cartilha Caminho Suave e do Livro ''Emília no País da Gramática.Já na 1ª Série ganhei a Cartilha do meu pai. Lembro que ele disse: Cuide desse livro como se fosse um tesouro.Disse também que o conhecimento era a única coisa que jamais poderiam me roubar. Guardei essas palavras com todo carinho.Fui alfabetizada dessa maneira gloriosa. E não tenho vergonha em falar que apesar de todo ensino voltado ao Construtivismo. Em certos casos de alunos com dificuldades de leitura. Ainda uso o Método Tradicional.
E tenho obtido ótimos resultados.
Abraços